.

              


Justificativas


 

 

Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) o Brasil é o país que mais cobra impostos no setor de alimentos num ranking de 15 países ricos e emergentes. Na realidade, nosso Brasil é um dos poucos países do mundo que taxa os alimentos. A média da carga tributária nacional embutida nos preços dos alimentos atinge 18,35% - se considerados ICMS, PIS e Cofins, que correspondem a quase 70% do peso dos tributos.

 

Na França, por exemplo, não há incidência de impostos sobre os alimentos. A eliminação da carga tributária começou na Revolução Francesa, por isso, hoje, eles não tem imposto nenhum sobre os alimentos.

 

Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Brasil a carga tributária sobre a comida é mais do que o dobro da média dos trinta países (7,11%) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A diferença é gritante quando os números são comparados com os Estados Unidos (EUA): dos 50 Estados norte-americanos, 34 têm alíquota zero. O tributo médio sobre a venda de alimentos naquele país é de 0,66%.

 

Um Brasil com tantas pessoas pobres não poderia ter uma tributação tão pesada assim. O impacto do imposto sobre quem tem menos renda é enorme, o que diminui naturalmente seu poder de compra. No caso brasileiro, a tributação se torna ainda mais perversa se for observado que se gasta, em média, 30,8% da renda familiar com a compra de alimentos. Esse percentual cresce à medida que decresce a renda.

 

Cidadãos brasileiros, o nosso país não pode se dar ao luxo de tributar alimentos básicos, até porque, para a população de renda baixa, a principal despesa de seu orçamento é o alimento.

 

Situação atual nos Estados

  • Pernambuco: Reduziu o ICMS de 17% para 2,5% em 14 tipos de alimentos e para o sabão. A farinha de mandioca é totalmente isenta de ICMS;

  • Ceará: Abacaxi, laranja, uva, batata, cebola e chuchu são totalmente isentos de ICMS. Segundo o Secretário da Fazenda, a cada quatro meses, dez produtos sofrem diminuição da alíquota de ICMS;

  • Piauí: Carnes de caprinos, suínos, peixes, frangos e ovos são totalmente isentos de ICMS. Para o arroz e feijão o Estado reduziu o ICMS de 17% para 12% (alíquota interna);

  • Goiás: As alíquotas de ICMS para os itens da cesta básica variam entre 3% a &% (interna) e entre 3% e 12% (interestadual);

  • Acre: Reduziu o ICMS em 7% para todos os itens da cesta básica.

  • Maranhão: Reduziu o ICMS em 12% para todos os itens da cesta básica.

  • Rio de Janeiro: Nas transações comerciais entre os estabelecimentos varejistas e o consumidor final, todos os itens da cesta básica são totalmente isentos de ICMS;

  • Paraná: Reduziu de 25% ou 18% para 12% o ICMS de dezenas de alimentos (alíquota interna).

  • Bahia: Em dez 2007, os agricultores familiares da Bahia passaram a ser beneficiados com a isenção do ICMS para os produtos beneficiados vendidos para o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA). 

     

* Página inicial *


 Assine o abaixo-assinado: clique aqui


 

 

Copyright ©  2009-2010   -    FABAVI Vitória     -   www.impostozero.rg3.net